Devido ao baixo movimento dos (pseudo) participantes deste blog, venho informar que irei me afastar por tempo indeterminado, já que não concordo em manter sozinho este blog.
Voltarei assim que os outros integrantes também retornarem.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Se eu fosse de manteiga...
Descobri hoje que Barbara Streisand regravou (há algum tempo) música Memory.
Grande hit de Andrew Lloyd Webber apresentado no musical Cats, também de sua autoria, a canção marcou um dos momentos mais delicados da minha vida.
Inicialmente cantado pela grande intérprete e atriz da peça, Elaine Paige, descobri o seguinte video onde Barbara leva com maestria o triste poema de Sir Webber.
Memory
Entrou um cisco no meu olho...
Grande hit de Andrew Lloyd Webber apresentado no musical Cats, também de sua autoria, a canção marcou um dos momentos mais delicados da minha vida.
Inicialmente cantado pela grande intérprete e atriz da peça, Elaine Paige, descobri o seguinte video onde Barbara leva com maestria o triste poema de Sir Webber.
Memory
Entrou um cisco no meu olho...
terça-feira, 6 de maio de 2008
"O relator da Medida Provisória 415/08, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), afirmou em entrevista que vai acatar uma emenda que, na prática, veta a propaganda de cervejas nos veículos de comunicação. A MP proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas margens de rodovias federais ou em locais com acesso direto às rodovias, e considera alcoólica a bebida que contenha concentração igual ou acima de meio grau Gay-Lussac (0,5º GL). Cervejas contêm índice acima de 3º GL, enquanto uma cachaça pode chegar a 54º GL. As informações são da Agência Câmara.
A emenda, apresentada pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), determina que o novo conceito seja aplicado à Lei 9.294/96, que atualmente restringe a propaganda de produtos fumígeros e bebidas alcoólicas com concentração acima dos 13º GL, entre outros produtos. Caso a proposta seja aprovada, a publicidade de cerveja seria permitida por meio de pôsteres, painéis e cartazes na parte interna dos locais de venda.
"A Lei 9.294/96 estabeleceu os critérios exatamente para não afetar a propaganda das cervejas. Eu vou incorporar a emenda para ver se conseguimos atingir essa questão", declarou Leal, que também é vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro."
Fonte: Terra
Bom, acho que esse assunto não pode escapar a esse blog, afinal os quatro conturbados estão imersos nesse universo paralelo. Até as conturbações do título do blog algumas vezes vêm desses tais graus Gay-Lussac, que nós chamamos amigavelmente de álcool [soluços].
Depois de uma acalorada discussão sobre o tema numa aula de Economia, pude perceber que a maciça maioria dos meus colegas é contra a proibição das publicidades de cerveja. No entanto, há de se apontar alguns tópicos interessantes, levando e consideração não apenas o ponto de vista profissional, mas também o social.
Que as contas das empresas responsáveis pela produção dessas bebidas é extremamente lucrativa não há dúvidas, portanto do ponto de vista econômico, há um grande interesse da ABAP (associação das agências de publicidade), em lutar contra essa medida provisória. Em adição à ABA (associação brasileira de anunciantes), a ABAP tem veiculado alguns comerciais na rede Globo demonstrando o quanto essa atitude é totalitária e, ao meu ver, perigosa. No entanto, os argumentos da redação podem até convencer o público leigo, mas ainda são fracos aos bons entendedores, ou seja, meias palavras podem não bastar!
Liberdade de expressão é um direito garantido pela constituição de 1988, vigente desde então, mas parece que nem sempre esse livrinho é respeitado. Acho interessante alguns de nossos parlamentares atribuírem a um direito pelo qual eles mesmos lutaram por mais de 20 anos, naqueles velhos tempos de chumbo, uma responsabilidade que corresponde a cada um de nós, individualmente, e também à saude pública. A real culpa é da publicidade, que leva ao consumidor a possibilidade de escolha , ou daqueles que quebram as leis ao venderem bebidas a menores e ao dirigirem bêbados.
Vale ressaltar que o que se vende nas campanhas publicitárias são as marcas, e o que está a elas relacionado, por exemplo um life style. A ação de consumo depende da motivação do consumidor.
Proibições são coisas perigosas, elas chegam suavemente, e quando nos damos conta vivemos num mar de restrições.
É muito mais interessante investir em campanhas de orientação e alerta ao alcoolismo, fiscalização em pontos de venda e nas rodovias, do que cortar, a seco, num golpe [leia-se GOLPE, em caixa alta] só, um direito de todos: anunciantes, consumidores e nós publicitários.
É mais uma vez o governo tentando solucionar um problema da minoria, privando a maioria, e o melhor... a República Federativa do Brasil é uma democracia, pelo menos no papel.
A emenda, apresentada pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), determina que o novo conceito seja aplicado à Lei 9.294/96, que atualmente restringe a propaganda de produtos fumígeros e bebidas alcoólicas com concentração acima dos 13º GL, entre outros produtos. Caso a proposta seja aprovada, a publicidade de cerveja seria permitida por meio de pôsteres, painéis e cartazes na parte interna dos locais de venda.
"A Lei 9.294/96 estabeleceu os critérios exatamente para não afetar a propaganda das cervejas. Eu vou incorporar a emenda para ver se conseguimos atingir essa questão", declarou Leal, que também é vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro."
Fonte: Terra
Bom, acho que esse assunto não pode escapar a esse blog, afinal os quatro conturbados estão imersos nesse universo paralelo. Até as conturbações do título do blog algumas vezes vêm desses tais graus Gay-Lussac, que nós chamamos amigavelmente de álcool [soluços].
Depois de uma acalorada discussão sobre o tema numa aula de Economia, pude perceber que a maciça maioria dos meus colegas é contra a proibição das publicidades de cerveja. No entanto, há de se apontar alguns tópicos interessantes, levando e consideração não apenas o ponto de vista profissional, mas também o social.
Que as contas das empresas responsáveis pela produção dessas bebidas é extremamente lucrativa não há dúvidas, portanto do ponto de vista econômico, há um grande interesse da ABAP (associação das agências de publicidade), em lutar contra essa medida provisória. Em adição à ABA (associação brasileira de anunciantes), a ABAP tem veiculado alguns comerciais na rede Globo demonstrando o quanto essa atitude é totalitária e, ao meu ver, perigosa. No entanto, os argumentos da redação podem até convencer o público leigo, mas ainda são fracos aos bons entendedores, ou seja, meias palavras podem não bastar!
Liberdade de expressão é um direito garantido pela constituição de 1988, vigente desde então, mas parece que nem sempre esse livrinho é respeitado. Acho interessante alguns de nossos parlamentares atribuírem a um direito pelo qual eles mesmos lutaram por mais de 20 anos, naqueles velhos tempos de chumbo, uma responsabilidade que corresponde a cada um de nós, individualmente, e também à saude pública. A real culpa é da publicidade, que leva ao consumidor a possibilidade de escolha , ou daqueles que quebram as leis ao venderem bebidas a menores e ao dirigirem bêbados.
Vale ressaltar que o que se vende nas campanhas publicitárias são as marcas, e o que está a elas relacionado, por exemplo um life style. A ação de consumo depende da motivação do consumidor.
Proibições são coisas perigosas, elas chegam suavemente, e quando nos damos conta vivemos num mar de restrições.
É muito mais interessante investir em campanhas de orientação e alerta ao alcoolismo, fiscalização em pontos de venda e nas rodovias, do que cortar, a seco, num golpe [leia-se GOLPE, em caixa alta] só, um direito de todos: anunciantes, consumidores e nós publicitários.
É mais uma vez o governo tentando solucionar um problema da minoria, privando a maioria, e o melhor... a República Federativa do Brasil é uma democracia, pelo menos no papel.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Palhaço
Fernando Alonso: “Quando eu tinha um carro vencedor e dizia que iria vencer, me chamavam de arrogante. Agora, sou considerado indiferente por estar em uma situação contrária."
Pelo menos ele sabe.
Pelo menos ele sabe.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Enough!
Estremamente irritado com o montante de piadas de ingleses visto hoje na televisão, em programas norte-americanos.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Nice Boys Don't Play Rock N' Roll
Hoje consegui a confirmação de um boato que rondava por aí desde o início do mês.
Os integrantes da banda Velvet Revolver anunciáram, há algumas semanas, a saída do vocalista Scott Weiland. Segundo os membros, a banda leva muito a sério o compromisso com as composições e com seus fans, e Weiland estava deixando a desejar em ambas.
Além disso, outra razão apontada foi os problemas trazidos ao palco pelo vocalista, influenciados por sua vida pessoal conturbada.
Rumores dizem que Weiland voltará ao Stone Temple Pilots, onde se lançou na carreira musical. Mas não houve nenhuma nota oficial de que tenho o conhecimento sobre para confirmar.
FONTE: www.velvetrevolver.com
Os integrantes da banda Velvet Revolver anunciáram, há algumas semanas, a saída do vocalista Scott Weiland. Segundo os membros, a banda leva muito a sério o compromisso com as composições e com seus fans, e Weiland estava deixando a desejar em ambas.
Além disso, outra razão apontada foi os problemas trazidos ao palco pelo vocalista, influenciados por sua vida pessoal conturbada.
Rumores dizem que Weiland voltará ao Stone Temple Pilots, onde se lançou na carreira musical. Mas não houve nenhuma nota oficial de que tenho o conhecimento sobre para confirmar.
FONTE: www.velvetrevolver.com
terça-feira, 15 de abril de 2008
Vem, kss kss
1ª semana:- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!
1º mês:- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2 meses:- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana " cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 meses:- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 meses:- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.
8 meses:- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!
12 meses:- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!! 13 meses:- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses:- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...
16 meses:- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!" lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forças. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.
17 meses:- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou me sentindo perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."
18 meses:- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 meses:- Parece mentira Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.
20 meses:- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho...Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo está caindo...Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. Adoçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram",dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare de sofrer". A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...
Ajude a abrir a consciência dos ignorantes e, assim, poder acabar com osmaus tratos aos animais, especialmente com o problema de cães de rua.
1º mês:- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2 meses:- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana " cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 meses:- Cresci rápido; tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 meses:- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para agüentar.
8 meses:- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas. O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço!
12 meses:- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto. Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!! 13 meses:- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses:- Já nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...
16 meses:- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia! Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo. Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!" lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forças. Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam. Haviam me esquecido.
17 meses:- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou me sentindo perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minha alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém! Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."
18 meses:- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 meses:- Parece mentira Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.
20 meses:- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível! Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho...Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal; fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo está caindo...Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. Adoçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram",dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse: "Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare de sofrer". A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...
Ajude a abrir a consciência dos ignorantes e, assim, poder acabar com osmaus tratos aos animais, especialmente com o problema de cães de rua.
domingo, 13 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
4 minutos para salvar um fã!
Olá!
Sim, de vez em quando eu acabo aparecendo!
Já ouviram a nova música da Madonna com o Justin Timberlake e o Timbaland? É, eu ouvi. Claro, como fã dela eu esperava pelo lançamento desse single ansiosamente. Há duas coisas que têm me motivado, digo... agora uma coisa e meia, já explicarei o porque dessa "metade". Madonna e Strokes lançarão disco esse ano, e isso me dá uma sensação de relembrar velhos tempos, na época em que eu me alienava do resto da indústria musical e me dedicava exclusivamente aos nova iorquinos e à mocinha de Bay City, atualmente habitante de uma singela mansão em Londres.
Pois bem, agora é a parte da "metade": Infelizmente, 4 minutes não me agradou, acho que criar expectativas não é a melhor forma de esperar por algo. A música ficou tão... tão... à la Timbaland. Tudo bem, que ele é um bom produtor, isso é, afinal ele sabe como alavancar um sucessinho pro topo das paradas das rádios. Mas isso fez com que a Rainha do Pop perdesse um pouco daquela essência que só ela tem. Quem conhece o Confessions on a dancefloor, ou pelo menos seus singles, sabe que ela sabe fazer qualquer um dançar... Aliás, não vou me ater em convecer ninguém da grandeza dela, afinal todos a conhecem.
Que fique claro que essa é uma opinião particular, tenho certeza que a grande maioria dos fãs dela deve ter enlouquecido com a nova música.
O ponto é: assim que vi o clipe pensei "nossa a Britney participa também?". É, achei que no começo, fosse a menina problema da qual todos querem uma"peça", todos não... eu pelo menos quero que ela se dedique um pouco mais à maternidade [risos]. Quero a Madonna vadia, que canta sexo, que é o que se chama de Pop Music. Uma pena que agora ela trocou as simulações de sexo oral por uns passinhos em cima de carros e esteiras de supermercado com o Justin Timberlake. Ah, José... agora ela é mãe, e precisa zelar pela imagem. Eu sei disso, e entendo, mas que ela poderia ter escolhido parcerias mais interessantes pro lançamento desse single, ela poderia sim!
Pra mim a melhor parte da música, não é a melodia, o clipe, é um trecho da letra: "A estrada para o inferno está pavimentada com boas intenções"
Portanto, só me resta esperar pelo CD completo e por outros singles, temeroso, mas esperando.
Enquanto isso, fé em Strokes e ouvidos em Björk, com direito a pausas pra outros gêneros.
Assista o Clipe de 4 Minutes
Sim, de vez em quando eu acabo aparecendo!
Já ouviram a nova música da Madonna com o Justin Timberlake e o Timbaland? É, eu ouvi. Claro, como fã dela eu esperava pelo lançamento desse single ansiosamente. Há duas coisas que têm me motivado, digo... agora uma coisa e meia, já explicarei o porque dessa "metade". Madonna e Strokes lançarão disco esse ano, e isso me dá uma sensação de relembrar velhos tempos, na época em que eu me alienava do resto da indústria musical e me dedicava exclusivamente aos nova iorquinos e à mocinha de Bay City, atualmente habitante de uma singela mansão em Londres.
Pois bem, agora é a parte da "metade": Infelizmente, 4 minutes não me agradou, acho que criar expectativas não é a melhor forma de esperar por algo. A música ficou tão... tão... à la Timbaland. Tudo bem, que ele é um bom produtor, isso é, afinal ele sabe como alavancar um sucessinho pro topo das paradas das rádios. Mas isso fez com que a Rainha do Pop perdesse um pouco daquela essência que só ela tem. Quem conhece o Confessions on a dancefloor, ou pelo menos seus singles, sabe que ela sabe fazer qualquer um dançar... Aliás, não vou me ater em convecer ninguém da grandeza dela, afinal todos a conhecem.
Que fique claro que essa é uma opinião particular, tenho certeza que a grande maioria dos fãs dela deve ter enlouquecido com a nova música.
O ponto é: assim que vi o clipe pensei "nossa a Britney participa também?". É, achei que no começo, fosse a menina problema da qual todos querem uma"peça", todos não... eu pelo menos quero que ela se dedique um pouco mais à maternidade [risos]. Quero a Madonna vadia, que canta sexo, que é o que se chama de Pop Music. Uma pena que agora ela trocou as simulações de sexo oral por uns passinhos em cima de carros e esteiras de supermercado com o Justin Timberlake. Ah, José... agora ela é mãe, e precisa zelar pela imagem. Eu sei disso, e entendo, mas que ela poderia ter escolhido parcerias mais interessantes pro lançamento desse single, ela poderia sim!
Pra mim a melhor parte da música, não é a melodia, o clipe, é um trecho da letra: "A estrada para o inferno está pavimentada com boas intenções"
Portanto, só me resta esperar pelo CD completo e por outros singles, temeroso, mas esperando.
Enquanto isso, fé em Strokes e ouvidos em Björk, com direito a pausas pra outros gêneros.
Assista o Clipe de 4 Minutes
domingo, 6 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
GHM Awards 2008
Olá, leitores deste blog e de muitos outros.
Venho anunciar o início da preparação para o God Hates Me Awards 2008.
O evento consiste na premiação dos piores fiascos do ano, sofridos por celebridades, entidades e pessoas que conhecemos e convivemos (ou não) no dia a dia.
As situações mais icônicas serão selecionadas durante o ano e divididas nas categorias para então, serem votadas em sigilo por nossos juízes em sessão confidencial.
Foi iniciada a etapa de definição de categorias e gostaríamos de sugestões. Até o momento, já foram definidas as seguintes:
- Política
- Cinema / TV
- Música
- O Pior
- Feminino
- Masculino
- Esportes
Para opinar, deixe a sugestão nos comentários.
Obrigado!
Venho anunciar o início da preparação para o God Hates Me Awards 2008.
O evento consiste na premiação dos piores fiascos do ano, sofridos por celebridades, entidades e pessoas que conhecemos e convivemos (ou não) no dia a dia.
As situações mais icônicas serão selecionadas durante o ano e divididas nas categorias para então, serem votadas em sigilo por nossos juízes em sessão confidencial.
Foi iniciada a etapa de definição de categorias e gostaríamos de sugestões. Até o momento, já foram definidas as seguintes:
- Política
- Cinema / TV
- Música
- O Pior
- Feminino
- Masculino
- Esportes
Para opinar, deixe a sugestão nos comentários.
Obrigado!
terça-feira, 25 de março de 2008
Quero minha mãe!
"Raikkonen diz que champagnes deveriam ser tomadas"
O finlandês viadinho mordeu ao receber um jato de champagne no olho, após sua vitória no GP da Malásia. "Na hora do pódio, nós deveríamos colocar a champagne na boca, não no olho" declarou.
Da próxima vez, Kubica, leve um spray de pimenta. Só pra sacanear...
O finlandês viadinho mordeu ao receber um jato de champagne no olho, após sua vitória no GP da Malásia. "Na hora do pódio, nós deveríamos colocar a champagne na boca, não no olho" declarou.
Da próxima vez, Kubica, leve um spray de pimenta. Só pra sacanear...
quinta-feira, 20 de março de 2008
Manifeste!
Está em andamento no Congresso Nacional um projeto de lei que estabelece inúmeras obrigações e restrições ao serviço de TV por assinatura do Brasil, definindo, inclusive, o que você vai ter que assistir e em que horário essa programação irá passar.Trata-se da atual redação do Projeto de Lei n° 29/07, que estabelece um complexo sistema de cotas para programação de conteúdo nacional, que deverá ser transmitido durante o horário nobre. Ou seja, você chega em casa do trabalho e terá em todos os canais a mesma programação.A ABTA (que reúne produtores, programadores e distribuidores) ao se posicionar de forma contrária a este projeto de lei não está combatendo a produção de conteúdo nacional. Pelo contrário! A ABTA apóia e prestigia a exibição do conteúdo brasileiro, no entanto se opõe ao instrumento de cotas na sua TV por assinatura. Esta imposição não gera fomento à produção nacional, mas sim uma proteção e uma reserva de mercado que irá aumentar o valor mensal da assinatura. Existem alternativas, muito mais eficazes e menos dramáticas, para incentivar a produção brasileira para você assinante e para o mercado.
(texto tirado do site www.liberdadenatv.com.br )
Fiz minha parte.
(texto tirado do site www.liberdadenatv.com.br )
Fiz minha parte.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Quem é vivo...
... sempre morre! Não, mentira, quer dizer... verdade, mas não é isso que quero dizer!
pra quem sabe ler um pingo é letra! E agora chega de frases feitas!
Estou em São Paulo, na casa da nanda [oun] prestes a ir pro pagodzenho [oh, lord]
na realidade, quando fiz meu último post dizndo que esperaria pelo momeento de inspiração eu imaginei que não fosse tardar, mas até agora nada!
portanto, vim fazer jus à minha participação nesse periódio, ou nem tão periódico!
E... agradeço ao renan por se fazer sempre presente aqui e quero dizer também que mesmo não convivendo diariamente com a gente mais ele ainda é um "devaneio de quatro mentes insanas", com honra ao mérito!
that's all!
pra quem sabe ler um pingo é letra! E agora chega de frases feitas!
Estou em São Paulo, na casa da nanda [oun] prestes a ir pro pagodzenho [oh, lord]
na realidade, quando fiz meu último post dizndo que esperaria pelo momeento de inspiração eu imaginei que não fosse tardar, mas até agora nada!
portanto, vim fazer jus à minha participação nesse periódio, ou nem tão periódico!
E... agradeço ao renan por se fazer sempre presente aqui e quero dizer também que mesmo não convivendo diariamente com a gente mais ele ainda é um "devaneio de quatro mentes insanas", com honra ao mérito!
that's all!
terça-feira, 11 de março de 2008
Uaau
Este é o blog mais movimentado do mundo.
Tô falando serio, se esta coluna de posts se encher com coisas que só eu postei, vou ficar muito triste.
Tô falando serio, se esta coluna de posts se encher com coisas que só eu postei, vou ficar muito triste.
sábado, 1 de março de 2008
The Balance Theory
Eu acredito que a harmonia universal se dá através de um balanço. É possível analizar tudo através de dois pontos: um positivo, outro negativo. Não há nenhuma situação no universo que não apresente essa característica.
Tudo o que fazemos influencia neste balanço. Se há um desbalanço e este perdura por um certo tempo, haverá uma determinada quantidade de fatores, naturais ou não, para novamente equilibrar o meio. Como exêmplo, podemos citar o famoso provérbio "esta é a bonanza antes da tempestade".
Esse balanço é essencial para a felicidade humana, pois não há luz sem escuridão, riqueza sem pobreza, paixão sem ódio. E, se pararmos para pensar, as coisas gostosas da vida não seriam tão gostosas sem as coisas ruins.
Tudo o que fazemos influencia neste balanço. Se há um desbalanço e este perdura por um certo tempo, haverá uma determinada quantidade de fatores, naturais ou não, para novamente equilibrar o meio. Como exêmplo, podemos citar o famoso provérbio "esta é a bonanza antes da tempestade".
Esse balanço é essencial para a felicidade humana, pois não há luz sem escuridão, riqueza sem pobreza, paixão sem ódio. E, se pararmos para pensar, as coisas gostosas da vida não seriam tão gostosas sem as coisas ruins.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
pois é
"Entre o céu e o inferno estão os homens...por isso cada um de nós tem um pouquinho dos dois lados"
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Tirando a poeira.
Ok, as aulas estão quase começando, o que no meu caso quer dizer proximidade maior com o pânico.
Levaria esse lance numa boa, se pelo menos minha turma fosse a mesma. Com a mudança de turno, já estou prevendo o saco que vai ser fazer amizades novamente, em um ambiente em que você é o alien.
O pior é saber que, mesmo mantendo contato, as relações com o pessoal que não verei mais vão acabar ficando distantes.
Acho que não vou conseguir dormir essa noite...
Levaria esse lance numa boa, se pelo menos minha turma fosse a mesma. Com a mudança de turno, já estou prevendo o saco que vai ser fazer amizades novamente, em um ambiente em que você é o alien.
O pior é saber que, mesmo mantendo contato, as relações com o pessoal que não verei mais vão acabar ficando distantes.
Acho que não vou conseguir dormir essa noite...
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
É, eu sei! Mas ultimamente estou tão sem paciência pra internet.
Sei lá, passei por um período chato em que eu achava tudo muito sem graça, inclusive eu mesmo!
Mas tudo bem!
Novidades: parei de fumar, tirei carta e só!
Ah, gente... todo mundo tem algo pra escrever, eu não estou nos meus melhores momentos de inspiração, que geralmente acontecem nas madrugadas de insônia [shit]
ok, é isso!
adeus!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
The show must go on
Há alguns anos, as gravadoras e produtoras que possuem um pézinho em território brasileiro decidiram abrir as portas de vez para o cenário musical mundial, ocasionando várias bandas a virem para a terra da cachaça marcar presença.
De B. B. King à Rolling Stones, Coldplay à Jack Johnson, o espaço musical brasileiro tem sido ampliado imensamente ao longo dos últimos anos, fazendo com que bandas que costumam sair em turnê apenas pelo hemisfério norte, considerassem a passagem pelo país tropical para aproveitar uma praia após o show, além é claro, de vender mais um pouco.
Em 2008 não será diferente: a donzela de ferro Iron Maiden irá trazer o metal para cá mais uma vez. Também teremos Helloween e Gamma Ray em Abril no Helloch em Curitiba. David Coverdale vai ajudar a engrossar o calendário de shows internacionais do ano, e trará o Whitesnake em maio para uma apresentação também em Curitiba e outra em São Paulo. Até o momento, o ano está fechando com a confirmação dos caras do Scorpions, que pretendem gravar um DVD acústico em setembro.
Na abertura desta temporada de shows está o clássico Bob Dylan, que se apresenta nos dias 5 e 6 de março em Sampa e dia 8 no Rio.
Haja salário pra tanto show.
De B. B. King à Rolling Stones, Coldplay à Jack Johnson, o espaço musical brasileiro tem sido ampliado imensamente ao longo dos últimos anos, fazendo com que bandas que costumam sair em turnê apenas pelo hemisfério norte, considerassem a passagem pelo país tropical para aproveitar uma praia após o show, além é claro, de vender mais um pouco.
Em 2008 não será diferente: a donzela de ferro Iron Maiden irá trazer o metal para cá mais uma vez. Também teremos Helloween e Gamma Ray em Abril no Helloch em Curitiba. David Coverdale vai ajudar a engrossar o calendário de shows internacionais do ano, e trará o Whitesnake em maio para uma apresentação também em Curitiba e outra em São Paulo. Até o momento, o ano está fechando com a confirmação dos caras do Scorpions, que pretendem gravar um DVD acústico em setembro.
Na abertura desta temporada de shows está o clássico Bob Dylan, que se apresenta nos dias 5 e 6 de março em Sampa e dia 8 no Rio.
Haja salário pra tanto show.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
A ROSA DE GELO
Capítulo 1
“Mas é claro, minha querida.”
Disse a Sra. Hepton enquanto levava sua xícara de chá à boca. Suas mãos tremulas sinalizavam sua velhice avançada, mas seus ainda bonitos olhos verdes contradiziam. Tomou um gole e continuou:
“Durante oitenta e dois anos da minha vida, sempre ouvi amigas comentando sobre seus problemas amorosos e o quão difícil éra para se encontrar um bom partido. Realmente, uma ou outra acabou não arrumando ninguém, mas essas nunca tiveram muita chance mesmo.”
Ela e a neta, Michelle, caíram na gargalhada.
Deitada em frente à lareira, Sarah, irmã gêmea de Michelle, cochilava no momento. Um cochilo que não durou muito quando as risadas se espalharam na aconchegante sala de estar da mansão.
As duas eram gêmeas idênticas. Loiras de cabelos longos e lisos como seda, dezessete anos, corpos bonitos de altura razoável e olhos azuis chamativos que herdaram de sua mãe.
“É vó, espero que eu também não acabe assim.” Disse Michelle.
“Mas é claro que não, não seja boba. E aquele rapaz bonitinho que você conheceu ano passado...qual o nome dele mesmo?”
“Derrel. Ele foi estudar em Oxford. Se mudou para lá e só volta nas férias de verão para ver a família.”
“Você está deprimida, sis?” Resmungou Sarah.
“Ah, não estou deprimida. É que as vezes, ainda mais nessa época do ano, dá vontade de ter alguém.”
O ponto de vista de Michelle era compreensível. O frio e a neve castigam bastante o interior britânico no meio de Janeiro. Naquele momento em particular a neve havia dado lugar a uma leve chuva, mas o frio continuava.
A Sra. Hepton derramou o chá em uma nova xícara e ofereceu à outra neta. Esta, comentou enquanto engatinhava para a mesa no centro da sala, onde se encontrava a bebida:
“Por isso que você deveria fazer que nem eu e encontrar alguém de York. Nada que duas horas à cavalo não resolva.”
Sarah sentou-se no tapete de pele ao lado da pequena mesa de mármore branco.
“Bom, eu tentei. Não é culpa minha que ele resolveu estudar em Oxford.”
“Sarah,” disse a Sra. Hepton, “sua mãe me disse que você está namorando este rapaz há alguns meses. Ele é um policial, não?”
“Quase ,vó.” Respondeu Sarah após um gole de chá. “Ele é um detetive.”
“E velho demais pra você, na minha humilde opinião.” Disse Mary Hellen que entrava na sala ainda com os cabelos um pouco húmido do banho recém tomado.
“Mãe, já conversamos sobre isso não é?”
Michelle e sua avó, riram.
“Estou só te perturbando, querida. Não fique brava.”
Mary Hellen Hepton Payne é a filha mais nova de Amanda Hepton, e a única que constituiu uma família. Casada com Martin Payne, um comerciante de artigos de couro com uma renda razoável, leva uma vida de classe média. Apesar de ter nascido e crescido em um ambiente milionário e com extremas regalias, não esboça desgosto por adotar um estilo de vida de mais humilde ao lado do marido e das filhas. Seus cabelos loiros e ainda húmidos brilham como um rio de ouro à luz das chamas da lareira e sua pele clara pouco mostra seus quarenta anos de idade.
“Filha, sente-se ao lado de Sarah. Está mais perto do calor da lareira e seus cabelos logo irão secar.” Disse Sra. Hepton.
Sentando, Mary Hellen perguntou se Victor, o mordomo, já havia voltado. Ele e seu ajudante, Richard, foram buscar algumas provisões em York, pois o jornal desta manhã falava sobre uma possível nevasca forte nos próximos dias. Amanda sinalizou que não, com uma leve preocupação a mostra na face.
Victor serve os Hepton há cinquenta e cinco anos e Amanda fica preocupada quando ele sai nessas condições climáticas, mesmo levando Richard com ele. O mordomo de setenta e cinco anos já não possuía mais o vigor de outrora, e mesmo com um homem de trinta e um o acompanhando, poderia ser perigoso se o clima mudasse bruscamente.
Esta época do ano éra um período feliz, porém intediante. A mansão Hepton se localizava a duas horas de cavalgada ao norte de York, a cidade mais próxima no interior inglês. Desde quando Amanda ficou viúva, suas duas filhas Vanessa e Mary Hellen passam o natal na Mansão para fazer companhia à mãe. Seu filho mais velho, Peter, é um médico de cinquenta e cinco anos solteiro e bem estabelecido em Londres. Pela distância e a exigência de seu trabalho, raramente volta para York para ver a família. Este fim de ano, no entanto, foi excessão.
Com o frio intenso, grande parte do tempo todos ficam dentro da mansão, e isso acaba tornando as coisas um pouco intediantes.
Enquanto Mary Hellen e Michelle se serviam de mais chá, as rajadas de vento se intensificaram. O barulho podia ser ouvido claramente, mesmo por trás das largas paredes. Não se via nada através das janelas. Percebeu-se que o vento deu a impressão de aumentar a chuva, e as gotas que caiam logo se transformaram em flocos de neve que acompanharam os cristais de gelo.
A porta dupla do grande hall de entrada se abriu, e em meio a poeira branca que entrava, surge Victor segurando fortemente algumas bolsas de couro.
Disse a Sra. Hepton enquanto levava sua xícara de chá à boca. Suas mãos tremulas sinalizavam sua velhice avançada, mas seus ainda bonitos olhos verdes contradiziam. Tomou um gole e continuou:
“Durante oitenta e dois anos da minha vida, sempre ouvi amigas comentando sobre seus problemas amorosos e o quão difícil éra para se encontrar um bom partido. Realmente, uma ou outra acabou não arrumando ninguém, mas essas nunca tiveram muita chance mesmo.”
Ela e a neta, Michelle, caíram na gargalhada.
Deitada em frente à lareira, Sarah, irmã gêmea de Michelle, cochilava no momento. Um cochilo que não durou muito quando as risadas se espalharam na aconchegante sala de estar da mansão.
As duas eram gêmeas idênticas. Loiras de cabelos longos e lisos como seda, dezessete anos, corpos bonitos de altura razoável e olhos azuis chamativos que herdaram de sua mãe.
“É vó, espero que eu também não acabe assim.” Disse Michelle.
“Mas é claro que não, não seja boba. E aquele rapaz bonitinho que você conheceu ano passado...qual o nome dele mesmo?”
“Derrel. Ele foi estudar em Oxford. Se mudou para lá e só volta nas férias de verão para ver a família.”
“Você está deprimida, sis?” Resmungou Sarah.
“Ah, não estou deprimida. É que as vezes, ainda mais nessa época do ano, dá vontade de ter alguém.”
O ponto de vista de Michelle era compreensível. O frio e a neve castigam bastante o interior britânico no meio de Janeiro. Naquele momento em particular a neve havia dado lugar a uma leve chuva, mas o frio continuava.
A Sra. Hepton derramou o chá em uma nova xícara e ofereceu à outra neta. Esta, comentou enquanto engatinhava para a mesa no centro da sala, onde se encontrava a bebida:
“Por isso que você deveria fazer que nem eu e encontrar alguém de York. Nada que duas horas à cavalo não resolva.”
Sarah sentou-se no tapete de pele ao lado da pequena mesa de mármore branco.
“Bom, eu tentei. Não é culpa minha que ele resolveu estudar em Oxford.”
“Sarah,” disse a Sra. Hepton, “sua mãe me disse que você está namorando este rapaz há alguns meses. Ele é um policial, não?”
“Quase ,vó.” Respondeu Sarah após um gole de chá. “Ele é um detetive.”
“E velho demais pra você, na minha humilde opinião.” Disse Mary Hellen que entrava na sala ainda com os cabelos um pouco húmido do banho recém tomado.
“Mãe, já conversamos sobre isso não é?”
Michelle e sua avó, riram.
“Estou só te perturbando, querida. Não fique brava.”
Mary Hellen Hepton Payne é a filha mais nova de Amanda Hepton, e a única que constituiu uma família. Casada com Martin Payne, um comerciante de artigos de couro com uma renda razoável, leva uma vida de classe média. Apesar de ter nascido e crescido em um ambiente milionário e com extremas regalias, não esboça desgosto por adotar um estilo de vida de mais humilde ao lado do marido e das filhas. Seus cabelos loiros e ainda húmidos brilham como um rio de ouro à luz das chamas da lareira e sua pele clara pouco mostra seus quarenta anos de idade.
“Filha, sente-se ao lado de Sarah. Está mais perto do calor da lareira e seus cabelos logo irão secar.” Disse Sra. Hepton.
Sentando, Mary Hellen perguntou se Victor, o mordomo, já havia voltado. Ele e seu ajudante, Richard, foram buscar algumas provisões em York, pois o jornal desta manhã falava sobre uma possível nevasca forte nos próximos dias. Amanda sinalizou que não, com uma leve preocupação a mostra na face.
Victor serve os Hepton há cinquenta e cinco anos e Amanda fica preocupada quando ele sai nessas condições climáticas, mesmo levando Richard com ele. O mordomo de setenta e cinco anos já não possuía mais o vigor de outrora, e mesmo com um homem de trinta e um o acompanhando, poderia ser perigoso se o clima mudasse bruscamente.
Esta época do ano éra um período feliz, porém intediante. A mansão Hepton se localizava a duas horas de cavalgada ao norte de York, a cidade mais próxima no interior inglês. Desde quando Amanda ficou viúva, suas duas filhas Vanessa e Mary Hellen passam o natal na Mansão para fazer companhia à mãe. Seu filho mais velho, Peter, é um médico de cinquenta e cinco anos solteiro e bem estabelecido em Londres. Pela distância e a exigência de seu trabalho, raramente volta para York para ver a família. Este fim de ano, no entanto, foi excessão.
Com o frio intenso, grande parte do tempo todos ficam dentro da mansão, e isso acaba tornando as coisas um pouco intediantes.
Enquanto Mary Hellen e Michelle se serviam de mais chá, as rajadas de vento se intensificaram. O barulho podia ser ouvido claramente, mesmo por trás das largas paredes. Não se via nada através das janelas. Percebeu-se que o vento deu a impressão de aumentar a chuva, e as gotas que caiam logo se transformaram em flocos de neve que acompanharam os cristais de gelo.
A porta dupla do grande hall de entrada se abriu, e em meio a poeira branca que entrava, surge Victor segurando fortemente algumas bolsas de couro.
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By Fox
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Idéias
Estou pensando em escrever um novo conto pra publicar aqui. Quem sabe não agita um pouco as coisas.
Hmm...vou trabalhar nisso.
Hmm...vou trabalhar nisso.
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